Auto-crítica: tem, mas acabou

auto-critica

Anteontem, fui ao comício pró-Dilma lembrar aos artistas da omissão e participação da presidenta em episódios de repressão inaceitáveis a protestos populares.
Muitos me chamaram de “coxinha”, um termo pejorativo pra chamar alguém de conservador. Outros diziam que eu “tava pedindo pra levar umas porradas”. Poucos fizeram o exercício da auto-crítica.
Um detalhe do meu personagem, o PM, é que ele enxergava de olhos fechados (na foto dá pra ver o detalhe). Quanto mais vocês me agridem, quanto mais tornam o Rafucko o centro da questão, pra evitar falar daquele ponto inicial, a repressão a protestos populares (e greves) promovidas pelo PT e seus aliados Brasil afora, mais vocês se assemelham ao meu personagem que, cá entre nós, era um PALHAÇO.

Respeito todas as formas de crença, sejam as religiosas ou as políticas. Mas a paixão por um partido, um pastor ou pelo poder, pode fazer você acreditar que está enxergando quando seus olhos estão, na verdade, muito bem fechados.

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Cartaz que o PM empunhava durante comício.

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Sobre Rafael

Roteirista | Videomaker | VJ | | Writer | Videomaker | VJ

Publicado em setembro 17, 2014, em RAFUCKO.TXT e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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