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Humor não é crime, preconceito é.

Hoje li, pela primeira vez, um humorista comparando a questão do humor “politicamente incorreto” à questão das biografias, dizendo que haveria uma tentativa de censura da “polícia do politicamente correto”.
Não caiam nesse papo cheio de má-fé. Este é o último argumento daqueles que querem destilar seus preconceitos sem serem questionados.
No último domingo, Bruno Mazzeo fez um quadro sobre a abolição da escravidão no Fantástico. Apesar de muita gente saber enumerar os absurdos da esquete melhor que eu (http://bit.ly/1fgrI2a), o que mais me incomodou foi o fato dos personagens falarem “negro” como se fosse um palavrão. Uma alfinetada na “polícia do politicamente correto”, que só deixaria chamarem os negros de “afrodescendentes”. Se passassem mais tempo refletindo sobre seus preconceitos, não precisariam ser tão seletivos com seu vocabulário. Preto não é xingamento para quem sabe que o negro não é inferior ao branco. Viado não é ofensa se você não trata o gay como submisso, inferior, infantilizado.
A ofensa está na intenção, e não na palavra. Ridicularizar o oprimido é uma liberdade de todos, mas há que se ser forte o suficiente para aguentar as críticas de quem não se submete mais à opressão. E dá pra fazer isso sem parecer um menino mimado contrariado. É difícil, mas tenho certeza que vocês conseguem…

Pink Bloc no Grito da Liberdade

pink bloc grito

Pink Bloc aplicando #ChoqueDeFlor, ontem, no Grito da Liberdade.

O Pink Bloc assume a autoria do lançamento de uma rosa branca na vidraça do CCBB, de um lírio amarelo em direção à PM e de uma gérbera na imprensa internacional.

Quando a polícia começou a revistar manifestantes, sem nenhum motivo aparente (eles são carentes e precisam de atenção), entoamos o hit nº1 do Pink Bloc:

♪ Ei, Cabral,
toma da polícia,
porque tomar no cu
eu te garanto é uma delícia ♪

Ficamos de olho em quem cantou a plenos pulmões e trocamos alguns contatos.

AMANHÃ VAI SER MAIOR!

(foto: Folha de SP – a verdade é dura etc.)

Leia mais:
Manifesto Pink Bloc

ϟ ❤ ϟ MANIFESTO PINK BLOC ϟ ❤ ϟ

pink-bloc

MANIFESTO PINK BLOC

♥ O PINK BLOC não é um grupo deliberadamente hostil. Nossa luta é contra o patriarcado, o machismo, a homofobia, a transfobia e as organizações opressoras da felicidade humana.

♥ O PINK BLOC é organizado de forma horizontal, descentralizada, vertical, de frente e de costas. Não temos líderes e não somos necessariamente monogâmicos. Por acreditarmos que o amor é um sentimento anárquico por natureza, resolvemos radicalizar. Se você vive alguma forma de amor não-tradicional, é um PINK BLOC em potencial.

♥ Declaramos inimigos quaisquer meios de repressão e/ou opressão, sejam essas de caráter físico ou psicológico. Eles, mais do que ninguém, precisam do choque de amor.

♥ A corporação policial do RJ tem, por meio de suas ações, um papel opressor e repressor. Repudiamos qualquer tipo de violência, apesar de acharmos que seus bumbuns ficam lindos naqueles uniformes.

Ações diretas do PINK BLOC:
– Glittervandalismo em símbolos do patriarcado
– Choque de amor anti-machismo
– Barricada laica contra igrejas que tentam avançar no cenário político
– Atos de felicidade explícita

O PINK BLOC é uma manifestação de cunho político, que pretende trazer as pautas políticas para a festa LGBT e vice-versa.

JUNTE-SE AO PINK BLOC! TRAGA GLITTER!

NOTA OFICIAL da Ditadura Gay sobre a Marcha das Vadias RJ

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O Ditador Gay chegou à Marcha das Vadias montado na garupa de uma bicicleta guiada por uma lésbica (o famoso Sapamóvel).

O Ditador caminhou em companhia de seu exército (foto: Agência Brasil) e cumprimentou os manifestantes, trocando telefone com alguns deles, em especial os que tinham peito cabeludo.

O Ditador fez um rápido pronunciamento, onde repudiou a inserção de objetos religiosos no ânus,por acreditar que há coisas muito mais adequadas para se usar ao realizar tal ato. Pelo mesmo motivo, expressou igual repúdio às religiões que tentam impôr o simbolismo de seus crucifixos aos orifícios anais de cidadãos livres e adultos, como ele próprio.

Finalizou ressaltando a importância da luta pelo direito ao aborto e pelo fim da violência contra as mulheres, e cumprimentou alguns peregrinos da JMJ por engano, pensando se tratarem de manifestantes do Regime Homossexual.

Parada Gay de SP 2013

Não é segredo para ninguém que o Brasil já vive sob comando da Ditadura Gay. Neste fim-de-semana acontece o principal evento oficial do novo Regime Homossexual do Brasil: a Parada Gay de São Paulo.

Estarei lá, panfletando pró-homossexualidade e explicando à população os perigos do heterossexualismo para a família homossexual brasileira.

Há quem diga que a Parada Gay não passa de uma festa e que, por isso, tem menos credibilidade. Não poderia discordar mais! É neste dia que travestis, gays, lésbicas, do centro e da periferia, de todo o Brasil, desfilam orgulhosos em uma Avenida onde, nos outros 364 dias do ano, andam temerosos. É, acima de tudo, um importante evento de visibilidade.

Lembro da primeira vez que fui à Parada Gay e me emocionei ao ver, especialmente as travestis, tão orgulhosas de si, parando para tirar fotos com o público. Acho a Parada um evento que nos lembra da importância de sermos vistos, tratados como outro cidadão qualquer perante a lei, e respeitados na nossa condição mais verdadeira. A invisibilidade* é uma das formas mais cruéis da homofobia.

Marchemos! Adiante! A Ditadura Gay precisa de você!

ditaduragay-flyer

*ausência de demonstrações de afeto entre gays na televisão brasileira; políticos que afirmam que homofobia não existe; conservadores que dizem que, ao reclamar direitos civis básicos, estamos querendo privilégios.

Razões para não usar cuecas da Lupo

Neste vídeo, critiquei o marketing da Lupo, por excluir uma grande parcela de seu público-alvo em potencial, ao mostrar seu garoto-propaganda fugindo da homossexualidade como o diabo foge da cruz. A propaganda reforça velhos preconceitos, e a piada final é, sim, a possibilidade da homossexualidade.
Muitas vezes me questiono se estou exagerando reclamando de certas posturas que me agridem enquanto homossexual (como a desse comercial). O que me dá força para crer que estou certo em reclamar é a chuva de comentários ofensivos que surgem para defender o direito da Lupo de mostrar a homossexualidade como algo constrangedor.
Esses comentários, provavelmente, são provenientes de pessoas que cresceram assistindo a propagandas como esta e acham normal chamar de “viadinho”, afinal, é só uma zoação. O mecanismo é o mesmo no comercial e na vida real, mas na vida real tem gente morrendo (não só de porrada, a facadas, mas vivendo uma vida miserável) por causa disso. Até lá, essas piadinhas não terão graça. Não pra mim.

Leia mais sobre preconceito na publicidade neste belo e lúcido post da Liga Humanista.

Kit Gay do Rafucko

O Kit Gay do Rafucko já está disponívelSaiba mais.

Propaganda de opção sexual

Vídeo que a ditadura gayzista quer passar nas escolas!!! ABSURDO!!!!
Fora gays!!!

Já conhece o Kit Gay do Rafucko?

Kit Gay Rafucko

Coletiva de imprensa sobre o lançamento do Kit Gay

Hoje, às 21h, tem streaming ao vivo da coletiva de imprensa de lançamento do Kit Gay do Rafucko. Estejam online! O link vai ser publicado alguns minutos antes no twitter e no Facebook.

ditadura gay coletiva

Rafucko na JUNIOR

Esse mês saiu uma reportagem massa sobre ~euzinha~ na Revista Junior. Segue! :)

Rafucko na Junior

Quem quiser comprar nas bancas pra dar aquela moral, a capa é essa:

CapaJuniorRafucko

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