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I Nova Parada LGBT do Rio – SEM MEIAS PALAVRAS

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No dia 12 de outubro, numa tarde de névoa em Copacabana, cerca de 300.000 pessoas marcharam por direitos, segundo a organização do evento. A Parada (que se movimenta!) exigiu que os dois candidatos à presidência da República se comprometam, SEM MEIAS PALAVRAS, com pautas como criminalização da homofobia, legalização do aborto e libertação dos mamilos femininos. Ao fim do post, o Manifesto do protesto. Confira vídeos e fotos do evento:

 

Leitura do Manifesto ao fim da manifestação

Álbum de fotos “Guerrilha de Crochê”
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Álbum de fotos Coletivo Mariachi
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Álbum de fotos MIC – Mídia Independente Coletiva
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Álbum de fotos de Eurritmia
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Álbum de fotos do Pagu – Núcleo Feminista da FACHA
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ϟ MANIFESTO DA NOVA PARADA LGBT ϟ

Estamos certos de que que não é necessário ter DINHEIRO para exigir DIREITOS.

Exigimos que os dois candidatos à presidência se comprometam com as seguintes pautas, sem meias palavras:

1 – Criação de uma lei que regule o Casamento Civil Igualitário.#‎SemMeiasPalavras‬
2 – Criminalização da homofobia com penas socioeducativas para agressões verbais e atos discriminatórios, e agravamento de pena para crimes de lesão corporal e homicídio. #SemMeiasPalavras.
3 – Legalização do Aborto: plena independência das mulheres para não parir (no SUS), ou parir onde quiser e como quiser (parto em casa). #SemMeiasPalavras
4 – Distribuição de material educativo para prevenção do HIV, da homofobia e da violência contra a mulher em todas as escolas do Brasil. #SemMeiasPalavras.
5 – Programa Mais Trans: criação de política pública de promoção de qualidade de vida para travestis e transexuais, como aprovação da Lei João Nery. #SemMeiasPalavras.
6 – Libertação imediata dos mamilos femininos: peito de fora não é ato obsceno. #SemMeiasPalavras.
7 – Reforma tributária religiosa: tributação fiscal de toda instituição religiosa. #SemMeiasPalavras.
8 – Plena igualdade e mais facilidade para casais hetero ou homossexuais no processo de adoção, pelo direito das crianças de terem uma família. #SemMeiasPalavras.
Um momento de encontro e expressão de pessoas gays, lésbicas, transexuais, travestis, bissexuais, pansexuais, heterossexuais, feministas, afeminadas, caminhoneiras e todos os desviados que não aceitam mais a Ditadura do Normal.

Estarão presentes e assinam o manifesto:
Pink Bloc e Glitterterrorismo
Ditadura Gay
– Jihad Passiva
– Brigada Sapatão
V de Viadão
Ocupa Lapa
Reage Artista
– Drag Attack
– Bear Nation
Carnavandalirização
– Grupo Barthes PUC-Rio
Centro de Teatro do Oprimido
Eleganza Extravaganza
– Insurgência Babadeira
– PUC-Rio Queers
Planta na Mente
Articulação de Mulheres Brasileiras
– Green Bloc (Marcha da Maconha)
Drag-se
Zine xereca
Diversitas UFF
Conspiração dos Unicórnios Satânicos Pela ditadura Comunista Gay e Feminazi

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Parada Gay de SP 2013

Não é segredo para ninguém que o Brasil já vive sob comando da Ditadura Gay. Neste fim-de-semana acontece o principal evento oficial do novo Regime Homossexual do Brasil: a Parada Gay de São Paulo.

Estarei lá, panfletando pró-homossexualidade e explicando à população os perigos do heterossexualismo para a família homossexual brasileira.

Há quem diga que a Parada Gay não passa de uma festa e que, por isso, tem menos credibilidade. Não poderia discordar mais! É neste dia que travestis, gays, lésbicas, do centro e da periferia, de todo o Brasil, desfilam orgulhosos em uma Avenida onde, nos outros 364 dias do ano, andam temerosos. É, acima de tudo, um importante evento de visibilidade.

Lembro da primeira vez que fui à Parada Gay e me emocionei ao ver, especialmente as travestis, tão orgulhosas de si, parando para tirar fotos com o público. Acho a Parada um evento que nos lembra da importância de sermos vistos, tratados como outro cidadão qualquer perante a lei, e respeitados na nossa condição mais verdadeira. A invisibilidade* é uma das formas mais cruéis da homofobia.

Marchemos! Adiante! A Ditadura Gay precisa de você!

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*ausência de demonstrações de afeto entre gays na televisão brasileira; políticos que afirmam que homofobia não existe; conservadores que dizem que, ao reclamar direitos civis básicos, estamos querendo privilégios.

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